quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Dica de álbum de rock progressivo/psicodélico: Edgar Broughton Band, 1971.

Bom dia, gente!

Não sei se já escrevi aqui no blog que eu sou completamente apaixonada pela cultura hippie dos anos 60/70, naquele estilo "não faça guerra, faça amor", saca?

mas, principalmente, pelas músicas do final dos anos 60/início dos anos 70.









Amo essa galera mutcholoka

 

Quando existia o orkut eu passava algumas tardes garimpando discos e artistas desconhecidos, e fazia parte de uma comunidade chamada "Bandas que ninguém conhece", onde o pessoal indicava bandas que quase ninguém conhecia MESMO.


E nessas andanças eu descobri Edgar Broughton Band, uma banda que começou como eletric blues formada em 1968 na Inglaterra  que posteriormente misturou elementos de psicodelia e rock progressivo.


Segue uma palhinha do que os caras faziam ao vivo:

 
[youtube=https://www.youtube.com/watch?v=hkHB1n_zmVs&w=320&h=266]

 

O disco de 1971 foi um disco que não decolou muito porque trouxe um estilo mais suave de rock, coomparado ao estilo de rock pesado da banda que já estava perdendo força devido ao auge do Black Sabbath e Deep Purple. Mas...é o meu disco preferido da banda!  Olhem para esta capa, por favor.

 









Isso é ou não genial?

Tem no spotify, galera, correee!

[spotify id="spotify%3Aalbum%3A1ywd66Wto64vMNZmQRUXZO" width="300" height="380" /]
Esse disco de 2004 vem como bonus track! ^_^

A banda:

  • Edgar Broughton - Vocals, guitar

  • Arthur Grant - Bass guitar, vocals

  • Steve Broughton - Drums, vocals

  • Victor Unitt - Guitar, harmonica, piano, organ, vocals


(1971) Edgar Broughton Band (*) Tracklist: 1. Evening Over Rooftops (E. Broughton, Unitt) 4:57 2. The Birth (E. Broughton) 3:20 3. Piece Of My Own (E. Broughton) 2:49 4. Poppy (E. Broughton)/Don't Even Know Wich Day It Is (E. Broughton, S. Broughton, Unitt) 6:32 5. House Of Turnabout (Broughton) 3:06 6. Madhatter (E. Broughton, S. Broughton, Unitt) 6:12 7. Gettin Hard Intro (The Edgar Broughton Band)/What Is A Woman For? (Broughton) 7:27 8. Thinking Of You (S. Broughton, Unitt) 2:04 9. For Doctor Spock [Part One] (The Edgar Broughton Band)/For Doctor Spock [Part Two] (E. Broughton) 3:48 10. Out Demons Out [Released As A-side Of "Harvest HAR 5015] (Grant, E. Broughton, S. Broughton) 4:48 11. Apache Drope Out: Apache Intro/Drop Out Boogie [Released As A-side Of "Harvest HAR 5032] (Van Vliet, Lordan) 3:12 12. Freedom [Released As B-side Of "Harvest HAR 5032] (E. Broughton) 13. Up Yours! [Released As A-side Of "Harvest HAR 5021"] (E. Broughton) 3:00 Personnel: Edgar Broughton: Guitar, Vocals Steve Broughton: Drums, Vocals Arthur Grant - Bass, Vocals Victor Unitt: Guitar, Harmonica, Vocals Mike Oldfield: Mandolin (track 8) David Bedford: Piano (track 8) Johnny van Derek: Violin (track 3) The Ladybirds: Vocals (track 1) P. Harold Fatt: Vocals (track 5) (*) CD, com 4 faixas bônus, lançado em 2002 (há outras versões do disco; a aqui postada é a da gravadora Panthom [a gravadora Repertoire, alemã, também lançou uma edição igual])

Copy the BEST Traders and Make Money : http://bit.ly/fxzulu

(1971) Edgar Broughton Band (*) Tracklist: 1. Evening Over Rooftops (E. Broughton, Unitt) 4:57 2. The Birth (E. Broughton) 3:20 3. Piece Of My Own (E. Broughton) 2:49 4. Poppy (E. Broughton)/Don't Even Know Wich Day It Is (E. Broughton, S. Broughton, Unitt) 6:32 5. House Of Turnabout (Broughton) 3:06 6. Madhatter (E. Broughton, S. Broughton, Unitt) 6:12 7. Gettin Hard Intro (The Edgar Broughton Band)/What Is A Woman For? (Broughton) 7:27 8. Thinking Of You (S. Broughton, Unitt) 2:04 9. For Doctor Spock [Part One] (The Edgar Broughton Band)/For Doctor Spock [Part Two] (E. Broughton) 3:48 10. Out Demons Out [Released As A-side Of "Harvest HAR 5015] (Grant, E. Broughton, S. Broughton) 4:48 11. Apache Drope Out: Apache Intro/Drop Out Boogie [Released As A-side Of "Harvest HAR 5032] (Van Vliet, Lordan) 3:12 12. Freedom [Released As B-side Of "Harvest HAR 5032] (E. Broughton) 13. Up Yours! [Released As A-side Of "Harvest HAR 5021"] (E. Broughton) 3:00 Personnel: Edgar Broughton: Guitar, Vocals Steve Broughton: Drums, Vocals Arthur Grant - Bass, Vocals Victor Unitt: Guitar, Harmonica, Vocals Mike Oldfield: Mandolin (track 8) David Bedford: Piano (track 8) Johnny van Derek: Violin (track 3) The Ladybirds: Vocals (track 1) P. Harold Fatt: Vocals (track 5) (*) CD, com 4 faixas bônus, lançado em 2002 (há outras versões do disco; a aqui postada é a da gravadora Panthom [a gravadora Repertoire, alemã, também lançou uma edição igual])

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Quem quiser saber mais e acompanhar o trabalho do Edgard, ele tem um blog ativo! É isso mesmo, o coroa manja dos paranauê das internete! hehehe Vejam aqui: http://thefirstsupper.blogspot.com.br/


Gostou da dica de hoje? Comenta aí embaixo se quiser que eu faça mais posts assim! bjos

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Resenha: li As brumas de Avalon - vol. 01

Bom dia, gente!

Terminei o ano passado com uma sensação ruim de ter lido pouco. Pois é, eu amo ler, sou uma devoradora de livros convicta, mas no ano passado li muito pouco e me impus uma meta de leitura bastante simples para esse ano: ler ao menos dois livros por mês, o que soma, ao total 24 livros neste ano.



 Só que eu acho que me empolguei um pouquinho, e de janeiro pra cá já li um total de 10 livros e já estou na metade de dois! Isso mesmo, minha média até agora está em 05 livros por mês.



Então vamos começar as resenhas porque material é o que não falta pra trabalhar. :)

As Brumas de Avalon é uma saga de quatro volumes escrita pela  Marion Zimmer Bradley em 1979 que conta a lenda do Rei Arthur pelo ponto de vista das mulheres da época, num período de, aproximadamente, 70 anos. A história é bastante detalhada, onde os personagens são muito bem descritos, tanto em suas características físicas como psicológicas. O legal dessa saga é que você consegue acompanhar a evolução e mudança do passar do tempo, tanto na sociedade da época, com seus costumes, quanto na personalidade dos personagens. Há muito confronto entre o paganismo e o cristianismo, trazendo muitos questionamentos para o leitor, o que me fascinou porque eu tive uma educação cristã muito rígida, e essa leitura me fez ver o outro lado da moeda, me tirou da zona de conforto de uma maneira muito delicada e poética, sem exaltar nenhuma religião, mas trazendo questionamentos profundos e sinceros. Eu adorei!

Os quatro livros são: 

Volume 01 - A senhora da magia
Volume 02 - A grande rainha
Volume 03 - O gamo rei
Volume 04 - o prisioneiro da árvore

Li todos em ebook, então não terei fotos bonitinhas dos livros pra postar, sorry! Mas conheço a edição física da Editora Imago e garanto que é  maravilhosa! Está na minha listinha de aquisições desse ano, hehehe.

Neste post vou me ater ao Livro 1 - A senhora da Magia.



O primeiro volume da saga começa com a história da Igraine, mãe da Morgana e do futuro Rei Arthur.  Ela é uma filha de Avalon, ou seja, uma sacerdotisa com o dom da visão, mas casada com um duque machista e cristão. Ela recebe a profecia de que daria a luz ao Rei que uniria os dois povos: pagãos e cristãos. Só que o grande Rei não seria filho do duque, mas de um filho de Avalon. E aí começa toda a confusão. 

Então, a primeira metade do livro conta toda a história de Igraine, não sua infância e adolescência, mas apenas a vida adulta, desde sua tediosa vida de duquesa até se tornar mãe do grande Rei, e a segunda metade do livro vai contar a história da Morgana, sua infância e adolescência, como ela se tornou a grande sacerdotisa e os fatos que a fizeram abandonar Avalon. A Morgana é a grande personagem do livro, é ela quem narra algumas partes, inclusive, o que torna o livro ainda mais sensacional, pois a narradora abre espaço pra Morgana contar um pouco da sua versão do fatos.

Eu amei esse primeiro volume, é o tipo de leitura que te faz viajar e conviver com os personagens o dia inteiro na tua cabeça. Fiquei com vontade de conhecer Avalon, a descrição é minuciosa,, tanto das características físicas quanto da atmosfera do lugar. Vale a pena a leitura, gente! É uma verdadeira viagem para outro mundo.

São apenas  252 páginas, mas eu levei uma semana pra terminar porque estava de férias, fazendo muitas coisas ao mesmo tempo, dando atenção especial pro marido e pra minha filha canina, e aproveitando para fazer alguns passeios legais, então eu só conseguia "pegar" na leitura na hora de dormir. Mas é um livro que eu leria normalmente em dois ou três dias, Então se você está sem tempo mas tem essa mesma facilidade, se joga que vale a pena! e se você lê mais devagar e tem tempo, aproveite porque é uma leitura para saborear aos poucos, para curtir a paisagem. 

Espero que vocês tenham gostado da resenha, e na semana que vem postarei a resenha do volume 02.

Até lá!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Dica de Filme Inspirador: Sociedade dos Poetas Mortos

Vamos falar de coisa boa, vamos falar da nova toptherm vamos falar de filme velho e cheio de frases, lições e poesia. Sociedade dos poetas mortos é um filme estadunidense de 1989 dirigido  por Peter Weir, com roteiro de Tom Schulman, do gênero drama e que tem Robin Willians no papel principal. Precisa mais de informação nenhuma, não, vai lá ver logo! hahahahah

Mas se essas informações não forem suficientes para te despertar, no mínimo, curiosidade, talvez esse diálogo ajude:

Você pode ir a qualquer lugar, fazer qualquer coisa... Como você continua aqui?
Porque eu amo lecionar. Eu não quero ir a qualquer outro lugar.

 Vou tentar não dar spoiler: é um filme que conta a história de alguns alunos de uma escola tradicional que tem suas vidas completamente tocadas após a chegada do professor Keating, um ex aluno daquele inferno que é completamente apaixonado por poesia e por lecionar, mas que tem uma didática nada ortodoxa, ou seja, é  completamente diferente do estilo de ensino da escola.

Gente, eu to cursando Letras e estou amando, então acho que vou cansar a beleza de muita gente com essa temática, mas tenham paciência comigo! rs

Mas a poesia , beleza , romance , amor ... isso é o que nos mantém vivos.
Esse filme sempre foi um dos meus preferidos e revi no último domingo porque foi indicado numa das disciplinas que estou cursando, mas é impossível lembrar qual delas agora.

Besteira, nada é impossível!
 Sério, gente, corre e assiste porque vale a pena. A fotografia também é maravilhosa, o clima envolvente...é tudo tão lindo e que trata de questões atemporais, pra mim funciona quase como uma sessão de terapia.

Pra terminar vou deixar a cena mais linda do filme pra mim, que arrepia meu corpo todinho só de lembrar, mas para quem ainda não assistiu não vai fazer diferença nenhuma...corre, gente!



5º período de Letras UFF/CEDERJ

Olá, leitores! Como estão? Eu sumi, pra variar, e mudei de "casa". Voltei para o Blogger por motivos de não me adaptar ao Wordpre...