quarta-feira, 3 de abril de 2019

5º período de Letras UFF/CEDERJ

Olá, leitores! Como estão? Eu sumi, pra variar, e mudei de "casa". Voltei para o Blogger por motivos de não me adaptar ao Wordpress. Segue o baile!

Postarei abaixo as matérias que cursei no semestre passado juntamente com as ementas para que vocês tenham mais noção do que foi discutido em cada matéria. Farei assim daqui por diante: postarei o semestre depois de concluído para que eu possa falar com propriedade sobre o que vivenciei. Uma observação importante a se fazer é a de que eu não estou seguindo a grade, portanto cursei matérias do sexto período também.


ESTÁGIO SUPERVISIONADO I
Carga horária: 60 horas
Estágio de observação. O funcionamento da escola. Atividade docente, desde o planejamento
até a avaliação. A observação como atividade crítica, capaz de revelar tanto situações
problemáticas na prática pedagógica quanto as soluções encontradas. A observação sem
instrumento específico; a elaboração de ficha de observação e a utilização de ficha de
avaliação. O cotidiano da escola como elemento deflagrador de uma prática pedagógica
libertadora.


Basicamente fazemos uma pesquisa de campo sobre a escola na qual iremos estagiar. É interessante ficar numa única escola do primeiro ao quarto estágio, pois isso ajuda no relatório final. Nesta disciplina temos quatro provas, sendo todas a distância. 

Dica: Tentem resolver a parte burocrática nas primeiras duas semanas de aula para não se enrolarem. Ou seja: corram com a documentação, vão logo no METRO (SEEDUC da tua cidade) pegar os documentos de apresentação e escolham logo a escola parceira, de preferência uma Estadual porque as municipais fazem exigências extras que só atrapalham a nossa vida.  


FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO I (6º PERÍODO)
Carga horária: 60h.
Conhecimento: produção, formas e estratégias de avaliação; saber e poder. Homem: visões
histórica, filosófica, sócio-antropológica e psicológica. Educação e Sociedade: concepções e
conflitos. Estado e Educação: ideologia, cidadania e globalização.

Matéria enjoada, mas curtinha. Leiam os textos, façam alguns resumos sobre eles e escrevam bastante na prova. 



LITERATURA BRASILEIRA IV – ESCRITAS DA SUBJETIVIDADE (5º PERÍODO)
Carga horária: 60 h.
-FIGURAÇÕES DO SUJEITO NA CENA DO ARCADISMO E DO ROMANTISMO.
- A QUESTÃO DA AUTORIA E AS CONFIGURAÇÕES DO NARRADOR NO ROMANCE DO SÉCULO XIX.
- A CONSTRUÇÃO DO SUJEITO LÍRICO NA POESIA DO SÉCULO XX.
- AS ESTRATÉGIAS DE AUTO-REPRESENTAÇÃO DO AUTOR NO ROMANCE MODERNO E
CONTEMPORÂNEO.

A matéria parece uma revisão de tudo o que foi visto anteriormente, mas focando na subjetividade. Eu gostei muito, mas muita gente acha que é muito "viagem" e não suporta. 



LUGAR, AMBIENTE, ARTES (optativa)
Carga horária: 60 h.
Educação Ambiental. Por quê? A construção do pensamento ambiental na longa duração I. Da Antiguidade a Revolução Dual.A construção do pensamento ambiental na longa duração II. As políticas ambientais no século XIX ao XXI.Os debatedores da crise ambiental: atores privados, individuais e a ONU. As conferencias mundiais: discussão sobre a sustentabilidade e as ameaças globais.Apresentar as definições de meio ambiente, ecologia, bioma, ecossistema e introduzir a questão dos problemas ambientais globais, o dano a camada de ozônio, a poluição das águas e a reciclagem de resíduos.História ambiental brasileira I: Do achado em 1500 ao processo da Independência, em 1822.História ambiental brasileira II: Da Independência em 1822 até os nosso dias
As relações da Modernidade com o meio ambiente e seus reflexos na produção literária do Século XVI até a expansão da revolução industrial e o século XX alterando a percepção humana da realidade e revolucionando os paradigmas da literatura. Debateremos as relações da Modernidade no Século XIX e as cidades, o surgimento das nações e do conceito de paisagem. A disseminação do imperialismo industrial no mundo, empregou o idioma como instrumento de dominação e alterou os biomas. Quando ocorreu a descolonização, resultou uma diglossia que produziu rompimentos mas, também, novos olhares sobre o ambiente e seus biomas e numa rica literatura pós-colonial.
Analisar as relações entre o ambiente, a literatura e a cidade brasileira com foco no Rio de Janeiro, desde o Século XVI até 1930, considerando-a como um instrumento humano artificial, em constante atrito com o ambiente. Ela serviu, desde o século XIX, de temática para nossos escritores que elaboram mapas mentais representando a cidade.A cidade brasileira de 1930 até 2018, debatendo as novas temáticas e o reflexo dos avanços da modernidade e das novas estéticas cujo foco é o urbano.
Demonstrar como a cidade e sua periferia, a cidade e a roça, são lugares cujo papel é essencial nas representações literárias como oposição entre modernidade urbana e atraso rural e abrigo do imaginário e de novas sensibilidades.Demonstrar que o alimento é um artefato produzido pela humanidade sendo tema recorrente na literatura. representando a mediação entre cultura e o ambiente realizado num local denominado mesa. Apresentar a arquitetura e os objetos que o homem faz e utiliza como uma negociação espacial e simbólica com o ambiente, representada na literatura.

Parece bonita e interessante, não é mesmo? mas não é! Sério, corram dessa matéria. A apostila é lotada de erros gramaticais, as provas são estranhas, aliás, a matéria é toda estranha. Seria a maior perda de tempo se não fosse para cumprir tabela. 


PORTUGUÊS VI – GÊNEROS DICURSIVOS E PRÁTICAS TEXTUAIS (6º PERÍODO)
Carga horária: 60 h.
De Bakhtin a Marcuschi: a noção de gênero discursivo. Os gêneros emergentes na sociedade
informatizada e globalizada. O sincretismo sígnico. Intertextualidade e interpelação: aspectos
dialógicos, polifônicos e interacionais da constituição textual. Os gêneros e os modos de
organização do discurso. Da transparência informativa à opacidade literária. Variação
linguística, adequação e estilo. O hipertexto e a net (páginas pessoais, chats). A propaganda.
Os cartuns. As canções da MPB. As várias faces do gênero epistolar (carta pessoal e
empresarial). Relatórios e relatos (notícia, crônica, conto). O texto de opinião (carta do leitor,
blog).

Atenção aqui porque eles não respondem na sala de tutoria, mas a matéria é muito fácil e as provas tranquilíssimas. 



PRÁTICA DE ENSINO II (5º PERÍODO)
Carga horária: 60 h.
Tecendo a rede de trabalho: conhecendo e preparando os alunos: O exercício do “olhar”:
dinâmica de sensibilização. A trajetória escolar dos alunos: projetos individuais/profissionais. A
relação teoria-prática: desafios da disciplina e da formação docente. O Estágio Curricular nas
escolas do Ensino Fundamental e Médio: Orientações e Normas para o Estágio. O trabalho
proposto: um estudo tipo etnográfico. As técnicas de entrevista e a observação participante. O
debate orientado pela teoria/vivência prática dos alunos nas escolas de estágios. O cotidiano
das escolas do ensino fundamental e médio: contradições e dimensões:
institucional/organizacional; instrucional/pedagógica, epistemológica/histórica/filosófica,
comunitária. O professor reflexivo: competências e desempenho docente; o processo de
reflexão na ação; estratégia de aprendizagem: pesquisas sobre o saber-fazer docente. O
Projeto Político-Pedagógico: pressupostos e a participação individual e coletiva dos
professores na decisão da escola. A educação continuada de professores: formas e cenários.


Matéria chatíssima com trabalhos inúteis. Achei uma baboseira sem tamanho que só serve para criar falsas expectativas quanto à prática docente, que a gente sabe que não pode ser idealizada pois tudo o que planejamos sai completamente diferente na prática. Está na hora de a Uerj (universidade responsável pela disciplina) rever sua metodologia. 



E essa foi a minha vida acadêmica no segundo semestre do ano de 2018. Para acessar os materiais didáticos, clique aqui: MATERIAL DIDÁTICO DO 5º PERÍODO

Nenhum comentário:

Postar um comentário

5º período de Letras UFF/CEDERJ

Olá, leitores! Como estão? Eu sumi, pra variar, e mudei de "casa". Voltei para o Blogger por motivos de não me adaptar ao Wordpre...