quarta-feira, 25 de maio de 2016

Resenha: Germinal, de Emile Zola. #projeto142classicos

 

germinal

 

  • Formato: eBook Kindle

  • Tamanho do arquivo: 5288 KB

  • Número de páginas: 485 páginas

  • Editora: Centaur (5 de setembro de 2011)

  • Vendido por: Amazon Servicos de Varejo do Brasil Ltda

  • Idioma: Português

  • ASIN: B005LHQUL0


Descrição:


Fundador e principal autor do naturalismo literário, Émile Zola levou a descrição realista a extremos de crueza, especialmente na denúncia das condições de trabalho da classe operária do século XIX. A estética naturalista do escritor, inspirada na filosofia positivista e na medicina da época, partia da convicção de que a conduta humana é determinada pela herança genética, pela filosofia das paixões e pelo ambiente. Germinal (1885) é universalmente considerada a obra-prima do autor. Foi a partir de Germinal - descrição das condições de vida subumanas numa comunidade de mineiros - , que Zola começou a destacar os elementos de opressão social como responsáveis pela paralisação moral da humanidade. Germinal é um romance poderoso escrito por um autor poderoso.


Resenha


Germinal é um romance naturalista escrito por Emile Zole que conta a história de trabalhadores mineiros que entram em greve exigindo melhorias salariais e de condições de trabalho. O autor chegou a passar dois meses convivendo com mineiros e burgueses da região a fim de escrever um retrato fiel daquela parte da sociedade francesa do século XIX.


O livro começa com Etienne Lantier, um homem que aparece na região de Montsou, andando sem rumo em busca de emprego, com fome e frio, quando encontra um homem velho, trabalhador das minas de carvão da região. Posteriormente, Etienne consegue uma vaga de trabalho nas minas e vai morar na casa desse homem, o velho Boa-Morte, patriarca de uma família com sete pessoas. Ele se apaixona por Catherine, neta do velho Boa-Morte mas não consegue viver essa paixão porque a menina namora um dos trabalhadores das Minas, o violento Chaval. Etienne, então, mergulha naquela sociedade faminta e miserável, onde homens, velhos, mulheres e crianças trabalham debaixo da terra em condições insalubres, sem qualquer tipo de proteção, num calor de mais de 40º, e onde são submetidos a doenças, promiscuidade, violência, fome e todo tipo de barbárie.


O trabalho nas minas se torna cada vez mais sacrificante diante de novas exigências dos empregadores, que retiram parte do ordenado dos miseráveis trabalhadores. Diante de tudo isso, fome, violência, frio, Etienne começa a estudar ideias socialistas e incita os trabalhadores a tomarem uma providência, o que eclode numa greve geral para forçar o aumento de salário e melhorar as condições de trabalho.


 Minhas impressões


Li este romance por indicação da disciplina de Sociologia para a faculdade de Letras. O livro inaugura o naturalismo literário, estilo de escrita onde o autor narra de forma totalmente impessoal e analisa a história sob o ponto de vista biológico, psicológico e social, apontando saídas e soluções para os problemas que propõe.



Uma gama variada de perguntas confusas não o deixava em paz: por que havia tanta miséria de um lado e tanta riqueza de outro? Por que estes tinham de viver escravizados àqueles, sem a menor esperança de um dia mudarem de posição? A primeira etapa vencida foi a da compreensão de sua ignorância. Uma vergonha secreta, um desgosto oculto começaram a atormentá-lo: nada sabia, não ousava falar sobre essas coisas  que eram a sua paixão, a igualdade entre os homens, a justiça que exigia que os bens da terra fossem repartidos entre todos.

Essa foi uma leitura difícil, levei aproximadamente dois meses para concluí-la porque comecei em meio aos estudos da faculdade e, concomitantemente, estava lendo o livro Ilusões Perdidas, do Balzac. Então foram dois livros densos e, ainda, em meio a provas e trabalhos. Mas, assim que terminei as provas, engatei na leitura deste livro e terminei ontem, três dias depois que a retomei.


Senti-me muito desconfortável em muitos trechos da narrativa, principalmente quanto ao machismo e a forma como os pais enxergavam os filhos. Vejamos o que a mãe fala para a filha que saiu de casa para morar com o amante:



Veja eu, estava grávida quando casei, mas não fugi da casa dos meus pais, nunca faria essa sujeira de entregar antes da idade o dinheiro dos meus dias de trabalho a um homem que não precisa. Ah, como tenho razão de estar enojada de tudo! Vai chegar o tempo em que não se quererá ter filhos...

Ou seja, naquela sociedade as pessoas se reproduziam para que os filhos futuramente ajudassem na subsistência da casa. Quando um filho saía de casa, isso significava um prejuízo financeiro para os pais, mas os pais não pensavam que ter filhos era ter mais pessoas para alimentar.


Uma coisa que não gostei no livro é que tem capítulos excessivamente descritivos que se tornam muito cansativos ao longo da narrativa, mas que, ao mesmo tempo, consegue transmitir com muita clareza suas ideias. Esse ponto negativo não tira a genialidade da história, apenas considero uma parte um pouco maçante, mas necessária, da obra.


O contraste social da alta burguesia, com suas mansões, seus móveis luxuosos e sua mesa farta, e as pessoas que se julgavam boas demais quando davam um pedaço de bolo por esmola, isso me fez refletir bastante sobre nossos papéis na sociedade, no quanto essa história é atual.


O resumo do que eu senti com esse livro: sonhei a noite toda com as minas, com a violência, a fome e o frio. Sonhei com Catherine e outras personagens. Que livro triste, que história cruel!


O autor tem uma narrativa muito pontual, que mergulha em todos os aspectos daquela sociedade e traça a personalidade de cada uma das personagens de forma muito objetiva. Ao terminar a leitura do livro fiquei um tempo me perguntando quem era a protagonista e concluí claramente que são as minas de carvão, com suas entranhas que atraiam, engoliam e exterminavam, aos poucos, aquela população mineira doente e marcada pela miséria.


É um livro que te transforma, acho impossível terminar a leitura sem sofrer mudanças internas significantes.


Se você já leu o livro deixe sua opinião nos comentários, eu adoro trocar ideias sobre minhas leituras com vocês!


 

 

 

 

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Resenha: Holocausto Brasileiro - Projeto #lendo100mulheres

 UPDATE: Acho que peguei muito pesado com minhas opiniões nesta resenha, chegando a parecer grosseira porque estava muito frustrada com a leitura e resenhei assim que terminei o livro, portanto, pensei muito e resolvi editar o post em 24/05/2016.

Holocausto Brasileiro, escrito por Daniela Arbex.

Formato: eBook Kindle

Tamanho do arquivo: 25311 KB

Editora: Geração Editorial (1 de junho de 2013)

Vendido por: Amazon Servicos de Varejo do Brasil Ltda

Idioma: Português

ISBN 978-85-8130-156-3

 

Descrição:

Durante décadas, milhares de pacientes foram internados à força, sem diagnóstico de doença mental, num enorme hospício na cidade de Barbacena, em Minas Gerais. Ali foram torturados, violentados e mortos sem que ninguém se importasse com seu destino. Eram apenas epiléticos, alcoólatras, homossexuais, prostitutas, meninas grávidas pelos patrões, mulheres confinadas pelos maridos, moças que haviam perdido a virgindade antes do casamento.Ninguém ouvia seus gritos. Jornalistas famosos, nos anos 60 e 70, fizeram reportagens denunciando os maus tratos. Nenhum deles — como faz agora Daniela Arbex — conseguiu contar a história completa. O que se praticou no Hospício de Barbacena foi um genocídio, com 60 mil mortes. Um holocausto praticado pelo Estado, com a conivência de médicos, funcionários e da população.

Resenha

 

O livro é no estilo livro-reportagem que tem a pretensão de trazer um documentário dobre as barbáries cometidas dentro do hospital psiquiátrico Colônia de Barbacena. Traz algumas passagens da vida de alguns ex-pacientes, bem como de alguns ex-funcionários e conta algumas histórias sobre o tratamento que era dispensado aos doentes. Também conta que muitas pessoas internadas no hospital não eram doentes, mas apenas pessoas que transgrediram o sistema de alguma forma, seja moral ou social.

A história do hospital é brevemente relatada, alguns dos abusos cometidos também e há muitas histórias sobre alguns dos sobreviventes. A autora também fez questão de destinar muitas páginas para o fotógrafo autor das fotos que ilustram a obra, relatou passagens das vidas de alguns médicos que trabalharam no hospital e contou de forma breve como o hospital foi desativado.

Minhas impressões

[caption id="attachment_2182" align="alignnone" width="1058"]13116328_1740516776220491_8533071690578866777_o Foto do Instagram[/caption]

 

Terminei a primeira leitura do projeto #lendo100mulheres e o que era pra ser uma leitura super empolgante virou uma expressão de "é, né". Que livro ruim. Sinceramente, cheguei a pensar que fora uma perda de tempo porque o que eu li no livro poderia ser facilmente encontrado pela internet, e teria me poupado algumas linhas desagradáveis que me soaram como "babação de ovo" desnecessária ao fotógrafo, a alguns médicos e muitos políticos.
Contaram com o apoio do diretor João Raymundo Coutto da Matta, até receberem o primeiro salário.

Por essa nota, que se repete em muitas linhas da mesma maneira, a autora faz questão de dar nome e sobrenome a alguns, mas outros funcionários menos expressivos eram apenas chamados de "Zé", "Maria", ou seja, pareceu-me que a autora deu nome e sobrenome a quem importava.

A autora não se aprofundou no assunto, não contou a história do hospital, de como foi construído, quem o fundou, o porquê foi criado, o porquê da escolha daquela Cidade, não tem sequer uma planta do lugar.
Na chegada, como o motorista havia errado o caminho, o jornalista e a fotógrafa Jane Faria entraram pela porta dos fundos, onde havia mato alto e lixo...

Querida Daniela Arbex, se um dia você ler isto, CADÊ AS FOTOS DESSE LUGAR COM MATO ALTO E LIXO? E cadê as fotos do lugar onde eles dormiam, que você descreve como  coberto de capim? Sobram fotos dos pacientes nus no pátio, mas outras descrições ficam sem qualquer ilustração, parecendo que esse trecho só serviu para informar o nome da fotógrafa. Fica a reflexão.

No todo as histórias são pinceladas, com aquele texto super apelativo e desnecessário porque a história de horror fala por si mesma, não precisava nominar o inominável. e o mais curioso é que a autora traça esse raciocínio num trecho:
As palavras sofrem com a banalização. Quando abusadas pelo nosso despudor, são roubadas de sentido

Como eu acredito que tudo o que a gente lê serve para alguma coisa, posso dizer que o livro valeu por essa frase que é bastante emblemática.

Conclusão: é aquele tipo de leitura chata, estilo Globo Repórter, sabem? O livro mal informa e não desperta grandes emoções.

Então é isso, não vou me alongar porque a leitura não me disse muita coisa, aliás, não me disse nada de interessante. Eu acho que esse livro foi escrito em homenagem a médicos, políticos e jornalistas, porque porque a história do lugar virou pano de fundo para babação de ovo. #prontofalei

Gostaria de abrir o debate, então, se você já leu e tem uma opinião diferente, deixe nos comentários, vamos trocar uma ideia!

Beijocas.

 

 

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Projeto Lendo Cem Mulheres

Oi, pessoal! Tudo bem com vocês? Por aqui está tudo corrido por conta das provas finais da faculdade e por isso o meu sumiço temporário. Mas como eu sou uma pessoa um tanto quanto incoerente em alguns aspectos, apesar de estar atolada de compromissos e com dois projetos literários em andamento, decidi criar mais um. Sim, eu não sossego mesmo!


Esse novo projeto é especial, é desafiador, é importante para mim e muito, muito interessante, eu garanto!


Hoje, dia 12 de maio de 2016, vivemos um momento histórico em que o Vice presidente Michel Temer subiu poder como Presidente da República e nomeou seus Ministros e, adivinhem? Não tem nenhuma mulher compondo o seu Ministério. Então fiz uma pesquisa e vi que essa atitude um tanto quanto machista se estende para vários aspectos cotidianos de nossas vidas. Ainda lemos poucas escritoras, a maioria dos títulos que circulam em blogs e canais do Youtube ainda é composta por escritores do gênero masculino. Acho injusto, acho cruel, acho indigno. Por conta disso, descobri nas minhas andanças pela internet um projeto denominado #leiamulheres (vale dar uma olhada neste blog) e me deu um estalo: por que não buscar mais nomes de autoras? Vocês que acompanham o blog já viram os meus dois projetos, um de clássicos da literatura mundial, que estou fazendo em três anos, junto com a faculdade de Letras, e que servirá para ajudar na minha formação de professora porque o projeto contém livros indicados para Enem, concursos e etc. Ou seja, no meu projeto de 142 livros clássicos contém livros que muito provavelmente serão utilizados futuramente por mim em sala de aula. O outro projeto é de 15 livros para ajudar a entender a política brasileira, e também é voltado para minha formação profissional.


ESCRITORAS MULHERES


Mas este novo projeto é diferente, é voltado para difundir a escrita feminina, a leitura de livros escritos por mulheres. Confesso que me surpreendi com o volume de trabalho que é produzido por mulheres e pela qualidade do que é produzido e, o que é triste, descobri o quanto carece de divulgação e reconhecimento. Temos mulheres maravilhosas fazendo trabalhos incríveis que não são reconhecidos. Eu quero fazer diferente, quero contribuir para a mudança dessa situação no mercado editorial e no gosto do público leitor.


Escolhi livros de vários estilos diferentes e de mulheres de toda a parte do mundo. Vai ter quadrinho, vai ter romance, vai ter policial, vai ter ficção científica, vai ter infantil, vai ter terror e suspense, vai ter até "romance água com açúcar" porque eu quero sair da minha zona de conforto e ler o que eu não leria normalmente, então VAI TER TUDO!


São cem nomes, alguns conhecidos, outros nem tanto, e muitos eu nunca tinha ouvido falar, e, também, gente que se lançou de forma independente e precisa de uma força extra.


Aqui vou listar as autoras e os livros, bem como a forma de leitura, se livro físico ou ebook. Como eu comprei meu Kindle, que chegou hoje (postei no instagram, gente, veja lá!), muitos títulos serão lidos no Kindle. Eu juro que não estou ganhando um centavo sequer para fazer essa baita propaganda (alô, Amazon!), mas se utilizarei essa forma de leitura e estiver curtindo, por quê não compartilhar com meus leitores? Acho justo.


Então abaixo estão listadas as escritoras e os respectivos títulos escolhidos e, ao lado, indico a forma de leitura (K) para Kindle, e (F) para livro físico. Vocês poderão acompanhar minhas leituras pela hashtag no instagram #lendo100mulheres, e também no Facebook e Twitter. ah, e estou pensando em fazer um canal no Youtube, então aguardem que pode vir novidade por aí!


Deixem nos comentários o que vocês acharam dos títulos, se conhecem, se desconhecem, se tem interesse... esse feedback é super importante para mim! E, se quiserem me acompanhar, será uma honra!


Quem quiser participar do projeto fique completamente à vontade para mexer na lista e alterar os nomes e títulos, afinal tem muita escritora bacana para a gente conhecer, e isso vai ajudar na divulgação de outras escritoras que eu deixei de fora,  mas só vale se listar cem mulheres, ok? E eu peço apenas para me dar os créditos para ajudar na divulgação do meu blog.




  1. Charlotte Bronte - Jane Eyre (K)

  2. Emily Bronte - O morro dos ventos uivantes (K)

  3. Anne Bronte - A moradora de Wild Fell Hall (K)

  4. Karen Blixen - Festa de Babette (K)

  5. Anais Nin - Henry e June (K)

  6. Dorothy Parker - Big loira e outras histórias de Nova York (F)

  7. Iris Murdoch - O príncipe negro (F)

  8. Virgínia Woolf - Mrs. Dalloway (K)

  9. Sylvia Plath - A redoma de vidro (K)

  10. Beatrix Potter - As aventuras de Pedrito Coelho (K)

  11. Jane Austen - Razão e sensibilidade (F)

  12. Deborah Rodrigues - Uma pequena casa de chá em Cabul (K)

  13. Alexandra Presser - Arroz (F)

  14. Florbela Espanca - Livro das máguas (K)

  15. Carolina Maria de Jesus - Diário de Bitita (F)

  16. Anne Rice -  Príncipe Lestat (K)

  17. Alice Walker - A cor púrpura (k)

  18. Ana Cristina Cásar - Poética (K)

  19. Alice Ruiz - Outro Silêncio (K)

  20. Chimamanda Adichie - Meio sol amarelo (k)

  21. Leonora Miano - Contornos do dia que vem vindo (F)

  22. Louisa May Alcolt - Melherzinhas (K)

  23. Xinran - As boas mulheres da China (K)

  24. Mary Shelley - O último homem (K)

  25. Regina Navarro Lins - A cama na Varanda (K)

  26. Ava Dellaira- Cartas de amor aos mortos (K)

  27. Adélia Prado - O coração disparado (K)

  28. Marjane Satrapi - Persépolis completo (F)

  29. Suzane Collins - Trilogia Jogos Vorazes (K)

  30. Lionel Shriver - O mundo pós aniversário (K)

  31. Maya Angelou - Carta a minha filha (F)

  32. Mariana Colasanti - Uma ideia toda azul (K)

  33. Simone de Beauvour - A mulher desiludida (K)

  34. Carola Saavedra - O inventário das coisas ausentes (K)

  35. Charlaine Harris - Visão do Além (K)

  36. Cora Coralina - Estórias da casa velha da ponte (K)

  37. Elvira Vigna (Coisas que os homens não entendem (K)

  38. Eliane Brum - Meus desacontecimentos (K)

  39. Conceição Evaristo - Contos do mar sem fim (K)

  40. Lygia Bojunga - A bolsa amarela (F)

  41. Toni Morrison - Amada (F)

  42. Paulina Chiziane - O alegre canto da perdiz (K)

  43. Nadine Godimer - O melhor tempo é o presente (K)

  44. Lygya Fagundes Telles - As meninas (K)

  45. Aline Valek - Pequenas tiranias (K)

  46. Clara Averbuck - Eu quero ser eu (F)

  47. Sophia de Mello Breyner Andresen - A fada Oriana (K)

  48. Marion Zimmer Bradley - O incêndio de Tróia (F)

  49. Lya Luft - As parceiras (K)

  50. Daniela Arbex - Holocausto brasileiro (K)

  51. Agatha Cristie - E não sobrou nenhum (K)

  52. Clarice Lispector - O lustre (F)

  53. Gertrde Stein - A autobiografia de Alice B. Tokias (K)

  54. Condessa de Segur - Memórias de um burro (K)

  55. Rosa Montero - Te tratarei como uma rainha (F)

  56. Hilda Hilst - A obscena senhora D. (K)

  57. Wislawa Szyborska - Poemas (K)

  58. Noemi Jaffe - A verdadeira história do alfabeto (K)

  59. Harper Lee - O sol é para todos (K)

  60. Isabel Allendre - A casa dos espíritos (F)

  61. Ines Pedrosa - Só sexo (K)

  62. Adriana Lisboa - Azul corvo (K)

  63. Zelia Gattai - Anarquistas, graças a Deus (K)

  64. Rachel de Queiroz - Memorial de Maria Moura (K)

  65. Patrícia Highsmith - Carol (K)

  66. Nelida Piñon - O cortejo do divino e outros contos (F)

  67. Maria Adelaide Amaral - Luísa (K)

  68. Ruth Rendell - Carne Trêmula (F)

  69. Érica Jong - Medo de voar (F)

  70. Marguerite Duras - O amante (K)

  71. Alice Munro - Ódio, amizade, namoro, amor, casamento (K)

  72. Selma Lagerlof - De saga em saga (F)

  73. Grazia Delidda - Caniços ao vento (F)

  74. Pearl Buck - A boa terra (K)

  75. Elfriede Jelinek - Desejo - (K)

  76. Doris Lessing - Amor, de novo. (K)

  77. Herta Muller - Fera d'alma (K)

  78. Fernanda Young - Dores do amor romântico (K)

  79. Ana Maria Gonçalves - Um defeito de cor (F)

  80. Ana Miranda - Boca do inferno (F)

  81. Cecília Meirelles - Ilusões do mundo (F)

  82. Elisa Lucinda - Fernando Pessoa, o caveleiro do nada (F)

  83. Esmeralda do Carmo Ortiz - por que não dancei (F)

  84. Maria Alice Giudice Barroso - a saga do cavalo indomado (F)

  85. Patrícia Rehder Galvão (Pagu) - Parque industrial (K)

  86. Sonia Coutinho - Os seios de Pandora (F)

  87. Lia Zuin - Space opera. viva muito, Morra jovem. (K)

  88. Giulia Moom - coleção sobrenatural - Vampiros (K)

  89. Nora Roberts - escândalos privados (K)

  90. Danielle Steel - Sua alteza (K)

  91. Luisa Geisler - Luzes de emergência se acenderão automaticamente (K)

  92. Carol Benssimon - todos nós adoramos Caubóis (K)

  93. Verônica Stigger - Opisanie Swiata (K)

  94. Ana Paula Maria - Entre rinhas de cachorros e porcos abatidos (K)

  95. Laura Erber - Esquilos Pavlov (F)

  96. Adriana Lunardi - vendedora de fósforos (K)

  97. Eleanor Cotton - Os luminares (K)

  98. Patti Smith - Só Garotos (K)

  99. Malala Yousafzai - eu sou Malala (K)

  100. Úrsula K. Le Guin - A mão esquerda da escuridão (K)

5º período de Letras UFF/CEDERJ

Olá, leitores! Como estão? Eu sumi, pra variar, e mudei de "casa". Voltei para o Blogger por motivos de não me adaptar ao Wordpre...